Mac 4 ever

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No passado fim-de-semana, vivi um verdadeiro pesadelo…

Tive um problema grave com o meu Macbook Pro (não consegui instalar o novo sistema operativo e estava na eminência de ficar sem tudo o que tinha no disco).

Consultei a página web da Apple, e pedi no helpdesk online que me ajudassem. Qual o meu espanto quando passados 2 minutos ligaram (QUE RAPIDEZ!). Fizemos testes e mais testes (que ficaram a correr durante a noite), e no dia seguinte voltaram a ligar, para me ajudarem a recuperar todo o disco e ajudar na instalação do MacOS Sierra (processo que ia demorar algumas horas e ficou a decorrer novamente durante a noite).

Ao 3º dia voltaram a ligar para assegurar que a instalação tinha corrido bem, e se havia mais alguma dúvida.

Confesso que nunca me tinha deparado com um helpdesk tão disponível!

Em suma, fartaram-se de me ligar do helpdesk da Apple, passaram várias horas comigo ao telefone, acederam via remoto ao meu computador, ajudaram na recuperação do disco, na formatação do computador e em toda a instalação do sistema operativo, e não me cobraram um único euro… se o meu computador fosse um PC e tivesse um problema com a instalação do Windows não creio que o helpdesk seria assim tão prestável…

Viva a Apple! Viva ao helpdek da Apple! E VIVA AO SR. JORGE (que me ajudou a recuperar 1600 fotografias, das quais não tinha backup)! VIVAAAAA!!!

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Masala Chai, um chá da Índia

masalachai

Gosto muito de danças, das mais variadas origens. E descobri em 2003 um festival dedicado só a danças: o Andanças.

Como não poderia deixar de ser, e com pena de estar com um “delay” de 7 anos, nesse mesmo ano fui acampar durante cerca de uma semana para São Pedro do Sul, e assistir aos workshops e bailes deste festival alternativo.

Entre as óptimas recordações da edição de 2003, que incluem workshops de rock’n’roll, yoga, baile com os Dazkarieh, o trilho atribulado até à Lagoa Negra, e a estante de bookcrossing, encontra-se – num lugar muito especial – o meu primeiro contacto com o Masala Chai.

Experimentei-o por mera curiosidade, e fiquei apaixonada pelo aroma e sabor exóticos desta bebida originária da Índia.

Hoje em dia, por vezes faço Massala Chai, e é como se entrasse numa cápsula do tempo que aterra numa pequena tenda em S. Pedro do Sul, com uma cama de rede, em pleno ano de 2003, quando as responsabilidades eram mínimas, e a única preocupação era não chegar atrasada ao workshop massagens. Xiiii foi há TANTO TEMPO…

 

Receita Masala Chai (para 8 pessoas)

Ingredientes:

  • 5 cardamomos
  • 0,5 lt. de água
  • 4 colheres de sopa de açúcar em pó (costumo substituir por mel)
  • 2 paus de canela
  • 1/2 colher de café de gengibre em pó
  • 3 cravinhos
  • 2 colheres de sopa de chá preto
  • 0,5 lt. de leite de soja

Preparação:

  1. Abrir os cardamomos.
  2. Misturar a água com o açúcar. Juntar os cardamomos, a canela, o gengibre e o cravinho, e colocar ao lume.
  3. Quando este preparado estiver a ferver, juntar o chá preto e o leite de soja. Reduzir o lume e deixar apurar durante 2 minutos.
  4. Retirar do lume e filtrar com um passador fino.
  5. E por último: servir e desfrutar!

 

 

Não há uma sem duas (e o resto do provérbio fica para mais tarde)

estoudevolta

Em 2014, iniciei este blog sob o pressuposto de pôr em prática os conhecimentos que estava a abordar na altura numa formação sobre comunicação no digital, e de poder falar um pouco sobre algo de que gosto muito: CHÁS.

Mas à semelhança do que acontecia com os meus diários de criança, começo com muito entusiasmo… mas com o andar da carruagem os posts que antes esboçava em papel (continuo a gostar muito de andar com um caderninho atrás para escrever as minhas ideias, ao invés de apontar tudo num smartphone ou tablet – convenhamos, aquilo não dá jeito nenhum, e eu, as minhas abreviaturas e o corrector ortográfico do telemóvel, temos uma relação complica: evitamo-nos!!!) não passam de miragens, de pequenos textos que vou escrevendo no ar, apertada qual sardinha em lata no comboio, no caminho de regresso a casa depois do trabalho.

E o que acontece mal chego a casa? Não, não vou a correr buscar o caderninho, ou o portátil para escrever o texto que delineei, mas sim tratar de dar banho ao puto (um “puto” lindo por sinal COF COF, modéstia à parte), tratar do jantar e preparar tudo para o dia seguinte. E lá fica “prá manhã” o que “bem podia fazer hoje”.

Mas como sou teimosa, cá vamos nós tentar escrever mais alguns textos sobre o meu dia-a-dia com chás.

E pela segunda vez digo (escrevo):

Era uma vez uma chávena de chá…